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20.2.13
Emigração - INE
Em 2011, saíram de Portugal 43.998 pessoas. Mais 20.238 do que em 2010. São os mais recentes dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) e indicam que a emigração cresceu 85 por cento entre 2010 e 2011, o ano em que o maior número de emigrantes se situava na faixa etária dos 25 aos 29 anos.
O número de pessoas que saiu de Portugal em 2011 aumentou 85 por cento em relação a 2010 e a faixa etária em que mais se registou a saída foi entre os 25 e 29 anos.
Dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) sobre estimativas anuais de emigração indicam que em 2011 emigraram, no total, 43.998 pessoas, na sua grande maioria cidadãos de Portugal. Do total de 43.998 pessoas que abandonaram Portugal, estima-se que 41.444 seriam portugueses e 2.554 nacionalidades estrangeiras.
Em 2010, o INE estima que tenham saído de Portugal um total de 23.760 indivíduos (16.899, em 2009), sendo que 22.127 teriam nacionalidade portuguesa e 1.633 de nacionalidade estrangeira.
De acordo com os dados do INE, apenas entre os cidadãos portugueses, terão emigrando em 2011, pouco mais de 85 por cento de pessoas do que em 2010. E se em 2010 o maior número de emigrantes se situava na faixa etária dos 20 e 24 anos (3.815 emigrantes), em 2011 a maior fatia de indivíduos a abandonar Portugal tinha entre 25 e 29 anos (5.876), logo seguida dos indivíduos entre os 20 e 24 anos (5.784) e entre 30 e 34 anos (5.027).
Um dado a assinalar é que há milhares de crianças e adolescentes que emigraram nesses dois anos. Em 2010, foram 2.580 os adolescentes entre os 15 e os 19 anos, que saíram de Portugal. Um ano depois, esse número subiu para 3.315.
Já na faixa etária entre os 10 e os 14 anos, em 2010 verificaram-se mais saídas de crianças - 1.805 - do que no ano seguinte – 1.479. Em 2010, emigraram 2.320 crianças dos zero aos quatro anos, 2.077 crianças entre os cinco e os nove anos. Um ano depois, os dados do INE indicam que emigraram 1.326 crianças dos zero aos quatro anos e 1.302 entre os cinco e os nove anos.
Dado comum aos dois anos analisados foi o local de destino da maioria dos portugueses que decidiram emigrar: outro país da União Europeia (UE). Em 2010, dos 23.760 indivíduos emigrantes, 19.418 terão ido para um outro país da União Europeia (UE) e 4.342 deslocaram-se para um país fora da UE. Em 2011, foram 28.419 as pessoas que emigraram para um país da UE, enquanto 15.507 decidiram-se por uma nação extra comunitária – um número que aumentou consideravelmente em relação ao ano anterior.
Segundo dados disponibilizados pelo Observatório da Emigração, Angola, Reino Unido, Suíça, Espanha, Alemanha, Luxemburgo, Brasil e a Holanda são os países que mais receberam emigrantes portugueses. Os países que também receberam portugueses, mas em menor número, foram Noruega, Dinamarca, Suécia, Macau, Áustria, África do Sul, Austrália e Argentina e Nova Zelândia.
Dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) sobre estimativas anuais de emigração indicam que em 2011 emigraram, no total, 43.998 pessoas, na sua grande maioria cidadãos de Portugal. Do total de 43.998 pessoas que abandonaram Portugal, estima-se que 41.444 seriam portugueses e 2.554 nacionalidades estrangeiras.
Em 2010, o INE estima que tenham saído de Portugal um total de 23.760 indivíduos (16.899, em 2009), sendo que 22.127 teriam nacionalidade portuguesa e 1.633 de nacionalidade estrangeira.
De acordo com os dados do INE, apenas entre os cidadãos portugueses, terão emigrando em 2011, pouco mais de 85 por cento de pessoas do que em 2010. E se em 2010 o maior número de emigrantes se situava na faixa etária dos 20 e 24 anos (3.815 emigrantes), em 2011 a maior fatia de indivíduos a abandonar Portugal tinha entre 25 e 29 anos (5.876), logo seguida dos indivíduos entre os 20 e 24 anos (5.784) e entre 30 e 34 anos (5.027).
Um dado a assinalar é que há milhares de crianças e adolescentes que emigraram nesses dois anos. Em 2010, foram 2.580 os adolescentes entre os 15 e os 19 anos, que saíram de Portugal. Um ano depois, esse número subiu para 3.315.
Já na faixa etária entre os 10 e os 14 anos, em 2010 verificaram-se mais saídas de crianças - 1.805 - do que no ano seguinte – 1.479. Em 2010, emigraram 2.320 crianças dos zero aos quatro anos, 2.077 crianças entre os cinco e os nove anos. Um ano depois, os dados do INE indicam que emigraram 1.326 crianças dos zero aos quatro anos e 1.302 entre os cinco e os nove anos.
Dado comum aos dois anos analisados foi o local de destino da maioria dos portugueses que decidiram emigrar: outro país da União Europeia (UE). Em 2010, dos 23.760 indivíduos emigrantes, 19.418 terão ido para um outro país da União Europeia (UE) e 4.342 deslocaram-se para um país fora da UE. Em 2011, foram 28.419 as pessoas que emigraram para um país da UE, enquanto 15.507 decidiram-se por uma nação extra comunitária – um número que aumentou consideravelmente em relação ao ano anterior.
Segundo dados disponibilizados pelo Observatório da Emigração, Angola, Reino Unido, Suíça, Espanha, Alemanha, Luxemburgo, Brasil e a Holanda são os países que mais receberam emigrantes portugueses. Os países que também receberam portugueses, mas em menor número, foram Noruega, Dinamarca, Suécia, Macau, Áustria, África do Sul, Austrália e Argentina e Nova Zelândia.
13.9.08
Portugal - nº de mortos supera nº de nascimentos
Há 90 anos que não se registava um saldo natural negativo, o que confirma o abrandamento do crescimento populacional
Pela primeira vez em 90 anos, o número de mortes em Portugal foi superior aos nascimentos.
De acordo com o Instituto Nacional de Estatística, em 2007, morreram mais de 103 mil pessoas, enquanto que os nascimentos não foram muito além dos 102 mil, o que resulta num saldo natural negativo.
As estatísticas confirmam o abrandamento do crescimento populacional e a tendência de envelhecimento demográfico. Até agora, só em 1918 é que o número de mortes registadas em Portugal tinha sido superior ao de nascimentos.
Fonte: INE(Instituto Nacional de Estatística)
23.6.08
Há cada vez menos meninas a nascer na Índia
No estado indiano do Punjab, há apenas 300 raparigas para cada 1000 rapazes nas famílias das castas mais elevadas, denuncia a organização não governamental Action Aid. Num novo relatório, diz que o número de meninas que nascem e sobrevivem ao parto na Índia nunca foi tão baixo, em relação ao de meninos.Por causa da tradição do pagamento de dotes para casar as filhas, as ecografias são intensamente usadas para descobrir o sexo do bebé ainda na barriga da mãe. Se for menina, o passo seguinte é muitas, mas mesmo muitas vezes o aborto. Outras vezes, a criança do sexo feminino é simplesmente abandonada para morrer, depois do parto.O futuro é bem negro para a Índia, se a situação não se inverter, diz a Action Aid, que se juntou ao Centro de Investigação para o Desenvolvimento Internacional do Canadá para produzir o estudo As Filhas Desaparecidas, noticiado pela BBC. Foram recolhidos dados em mais de 6000 casas familiares em cinco estados no Noroeste da Índia, comparados depois com os dos censos nacionais.Numa situação normal, deveriam existir 950 raparigas para cada 1000 rapazes. Mas em três dos cinco estados analisados, há menos de 800 raparigas por cada milhar de rapazes. E em quatro dos cinco estados, a situação piorou desde os censos de 2001, sobretudo nas zonas urbanas mais prósperas - onde há maior acesso às ecografias.
Fonte: Público

